O preço que o Brasil pagará por sua falta de coesão
Enquanto os bolsonarista estão cada vez mais unidos em torno do seu presidente a outra metade da população luta entre si, brigando para ver quem será o futuro presidente, que talvez nem tenha eleições em 2022, caso o atual consiga realizar o seu plano de estabelecer uma ditadura, de um país sem futuro se continuarmos assim.
Infelizmente a nossa luta deixou de ser política e se tornou ideológica, de um lado estão os apoiadores do atual presidente do Brasil Jair Messias Bolsonaro (Sem Partido), e do outro estão os que são contra o PT, os cirista, lulistas e morista. A grande diferença entre esses grupos e o primeiro, é que o primeiro grupo é unido, a mesma ideologia, os mesmo pensamentos e sentimentos, a mesma visão do país, os mesmos princípios, mesmo que seja ideais e valores distorcidos eles são mais fortes porque são unidos na disseminação das fake news, ao defender o seu ponto de vista e ao atacar as instituições democráticas, enquanto os outros estão se atacando, cada um defendendo o seu ponto de vista, suas opiniões, suas visões e ilusões.
Não existe herói nacional, o que existe é o povo que se não se unir e se levantar contra tudo e todos que nós escraviza, explora e humilha, será sempre o que irá sofrer para manter a nação em pé. Temos que acabar com essa ilusão de que irá surgir um salvador, alguém que irá nos resgatar, isso nunca irá acontecer enquanto os brasileiros não exigirem os seus direitos, cobrarem do governo atitudes e medidas que realmente beneficie a população sempre seremos os menos favorecidos.
A grande maioria dos membros dos partidos políticos do Brasil legislam em causa própria, oferecendo a população o suficiente para que não morra de fome e assim possa continuar trabalhando e buscando a sua sobrevivência mas sem forças para lutar por seus direitos, pois precisa primeiro matar a sua fome, mas nunca o suficiente para ter uma vida digna.
A justiça não consiste em ser neutro entre o certo e o errado, mas em descobrir o certo e sustentá-lo, onde quer que ele se encontre, contra o errado. Theodore Roosevelt
Art. 137. O Presidente da República pode, ouvidos o Conselho da República e o Conselho de Defesa Nacional, solicitar ao Congresso Nacional autorização para decretar o estado de sítio nos casos de:
I - comoção grave de repercussão nacional ou ocorrência de fatos que comprovem a ineficácia de medida tomada durante o estado de defesa;
II - declaração de estado de guerra ou resposta a agressão armada estrangeira.
Parágrafo único. O Presidente da República, ao solicitar autorização para decretar o estado de sítio ou sua prorrogação, relatará os motivos determinantes do pedido, devendo o Congresso Nacional decidir por maioria absoluta.

Comentários
Postar um comentário
Obrigada por deixar a sua opinião, ela é muito importante pra nós.